Mais uma forte ligação entre facção criminosa e envolvidos nos atos de Brasília. O governo não quer investigar!
Video Transcript AI Summary
In this video, Speaker 0 discusses an artifact without a detonator and introduces three individuals: Wellington, Jorge Washington, and Alan Diego. Speaker 1, Alan Diego, expresses fear for his life and explains that he carried the artifact to protect his family. Speaker 0 mentions a confidential police report linking Alan Diego to money laundering and drug trafficking. He also highlights the suspicious connection between a criminal faction in Ceará financing buses to bring protesters to Brasília and Alan Diego receiving money from a drug trafficker. Speaker 0 calls for further investigation into these matters. The video ends with Speaker 0 thanking the audience and Speaker 1.
Speaker 0: Mas já que falamos sobre essa bomba, esse artefato que não tinha detonador, mas enfim sobre esse artefato.
Speaker 1: Pastor.
Speaker 0: Existiam três pessoas, o Wellington que os outros dois dizem que não conhecia só pediram carona, Jorge Washington e Alan Diego. Alan Diego senhores, pra quem não sabe é esse aqui olha. Eu não sei por qual motivo ele ainda não veio aqui não foi convocado para CPM dois de janeiro. Eu gostaria só que a assessoria e a secretaria passasse o vídeo que eu encaminhei por gentileza.
Speaker 1: Se a pessoa mostrou pra mim o material e que ia fazer, como que eu ia sair, depois de ser ameaçado, uma uma coisa, eu poderia não querer levar o artefato e ele sumir comigo e me matar porque tentado mas eu não preciso falar porque eu já falei nas outras questões está nesse depoimento.
Speaker 0: Só tem medo de acontecer alguma coisa com a minha?
Speaker 1: Tem medo, tem medo, né? Então eu levei porque tinha que levar pra mim não pra mim não não sofrer represália da minha família aí você acostumado trabalhar com a polícia militar e a polícia civil que eu não precisava falar isso aqui estou falando que eu faço parte da inteligência eu não sou remunerado.
Speaker 0: O senhor é, eu não tenho, eu
Speaker 1: não tenho. O senhor é agente secreto? Não, não, não é agente secreto não, eu
Speaker 0: acho, eu ajudo. Tanto faz, tanto faz. O senhor vai falar daqui a pouco.
Speaker 1: Nós estamos perguntando aqui para que fique claro Quem foi que ameaçou o senhor? Eu não posso falar pro senhor. Foi mais de uma pessoa? Com certeza. Eles são de Brasília?
Não. Mas tinha pessoas daqui, mas não são Eles são de ônibus? Não sei te informar. A ameaça era em que sentido dizendo que iam fazer o quê? Você quer que a sua família?
Não sei te falar. Não, não, não, não. A minha vida, a minha vida. Eles disseram que ia tentar contra a sua vida? Não vou te
Speaker 0: informar. Por que eu pedi pra passar esse vídeo eu fico aqui olhando a cara dos governistas sorrindo ao assistir esse vídeo, eu tive acesso ao relatório de inteligência cinco sete três de dois mil e vinte e dois da polícia civil do qual não posso passar pra vocês porque é documento sigiloso. Nele contém pouco do histórico da vida do senhor Alan Diego, envolvido em uma suposta lavagem de dinheiro. Essa suposta lavagem de dinheiro que consta no relatório da polícia civil do distrito federal, ele recebeu Alan Diego recebeu dinheiro nessa lavagem de dinheiro de duas pessoas em específico de cara chamado Delemberg de Souza. Delemberg de Souza foi preso em novembro de dois mil e vinte e dois com quase uma tonelada de cocaína, traficante.
E o dinheiro que ele deu ao senhor Alan Diego foi pouco tempo antes do que aconteceu. Alan Diego recebeu o direito do traficante, Belemberg de Souza, que inclusive quando foi preso, na mesma operação, foi preso o senhor Ramon Santiago e dois chefes de facções criminosas, Paulinho chinês e Ítalo Freire. Por que é que eu estou falando isso e estou fazendo essa ligação? Traficante, chefe de facções criminosas, junto com o traficante que foi preso com quase uma tonelada de cocaína, tem envolvimento com o senhor Alan Diego, que por sua vez no seu depoimento diz que implantou a bomba e tem medo de falar quem o mandou fazer. Ele tem medo de abrir a boca e sofrer a prezália.
Eu eu não estou dizendo que foram eles que mandaram, mas pouco tempo após traficante que foi preso com Ramon e com outros dois chefes de facções criminosas, é no mínimo estranho porque somado a isso tem a notícia de que no Ceará, uma tal facção criminosa financiou ônibus para manifestantes virem a Brasília na véspera do dia oito. Eu não me recordo de facção criminosa fazendo festa, quando o Bolsonaro foi eleito pelo contrário, eles reclamavam a pressão recorde de drogas, chefes de facções criminosas transferidas pra presídios federais, mas quando Lula foi eleito, o tráfico comemorou, os presídios comemoraram, e de repente a gente tem uma facção criminosa supostamente financiando ônibus para trazer gente para Brasília. A gente tem facções criminosas junto com o tal de, Beremberg traficante com quase uma tonelada de cocaína pagando pro Alan Diego, que vem a Brasília, implanta artefato no aeroporto, mas diz eu não posso falar quem me mandou fazer, eu não posso. Eles insistem, existem seis, existem gente eu não posso falar falar eu não posso eu tenho medo. Eu poderia ser baixo, eu poderia ser baixo igual o governo é, igual os governistas são, de dizer que Ramon, Ramon que foi preso, mesmo preso com certas facções criminosa, foi nomeado gabinete de deputado estadual do Piauí, que é filho da senadora que assumiu no lugar que o ministro do Lula Wellington Dias, está aqui a foto dele com o chefe de facção criminosa, é isso mesmo, eu poderia, eu poderia, eu poderia fazer a canalhice que os governistas fazem.
Não vou fazer, eu vou me ater no simples fato de que, é muito estranho, facções criminosas no Ceará financiando ônibus pra trazer manifestantes pra Brasília, enquanto o fato são criminosos pagam pra sujeito algum valor pouco antes dele colocar artefato número ponto e hoje não pode dizer porque teme pela vida. Eu acho que as investigações precisam sim ser aprofundadas e por isso mais uma vez eu peço a essa CPMICE é que quer investigar a aprovação do meu requerimento dezoito sete sete dois mil e vinte e três pra que a gente tenha acesso senhor presidente às informações e os detalhes sobre essa suposta operação envolvendo o Ceará, Ministério Público Federal, tinha facção criminosa envolvida. Já falei e repito, isso pode mudar os rumos das investigações dessa CPMI. É isso. Muito obrigado.
Muito obrigado deputado.