@ludmilagrilo - Ludmila Lins Grilo
Five years ago, I was the first and only active judge in Brazil to denounce the abuses of the Brazilian Supreme Court. It was clear what would happen if Alexandre de Moraes continued in his position, so I decided to put my job and my livelihood at risk to warn the rest of the judiciary. They not only ignored me, but they also persecuted me, subjected me to moral harassment, assassinated my reputation with malice, and removed me from my position. Alexandre blocked all my social media accounts a year and a half ago, without any charges. I sought asylum in the USA, where I live today. After learning of my exile, Alexandre blocked my bank account and passport. I am accused of being friend of @allanldsantos. The Brazilian judiciary, as a whole, is complicit with Alexandre de Moraes, either by action or by omission and cowardice. Thank you, @elonmusk, for making public to the world what I have been trying to expose since 2019.
@ludmilagrilo - Ludmila Lins Grilo
Entenda, @alexandre: Há 1 ano, você usou a força estatal para bloquear minhas redes sociais porque não suporta ser criticado. Certo. Em ditaduras, é assim mesmo. Compreenda, entretanto, uma coisa. Mesmo bloqueada, eu continuo tendo o poder de pautar o que eu quiser. Repito: O QUE EU QUISER. Ontem à noite, depois de muito tempo em silêncio, eu publiquei um texto sobre os crimes contra a humanidade cometidos no Brasil por força e obra do STF, enquadrando vocês no Estatuto de Roma. Só pra você saber: fiz a publicação nos mesmos perfis que você bloqueou. Embora você não queira, o texto circulou. Menos de 24h depois, um advogado publicou um texto longo enquadrando o STF nos…crimes contra a humanidade previstos no Estatuto de Roma (link nos comentários). E ainda: um professor anunciou, hoje mais cedo, uma aula sobre o Tribunal Penal Internacional para amanhã (link nos comentários). Compreenda uma coisa, @alexandre: a verdade é como um tsunami. Não adianta tentar bloqueá-la com uma represa de pedrinhas soltas. Estou voltando, agora, bloqueada ou não, para continuar pautando tudo aquilo que a ditadura judicial quer esconder.